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Germano Silveira Cia do Escritor


LUTO BRASIL PÁTRIA PATRÃO

É difícil amar um país e detestá-lo ao mesmo tempo. Uma Pátria padrasta, que de nada lembra pai, menos ainda mãe; que suga nossas reservas e nos devolve claudicantemente em serviços precários. Nem vou perguntar que país é este porque todos já sabem qual é. Confiar em político, e este brasileiro, é de uma ingenuidade gritante. Desastres aéreos, corrupção, mensalões... Ah, a lista é grande! Mas para mudar isso, o país precisa de pessoas éticas e indignadas como eu e você, no nosso dia a dia, no trabalho, na escola, na academia, nos relacionamentos de amizade, com a família... Tudo é lugar e ambiente para ser bom e honesto. Não vamos desanimar. Pois o Brasil somos nós.



Escrito por Germano Silveira às 16h00
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Título: A terra do povo sem nome


Autor: Germano Silveira


Gênero: Fábula/romance


Páginas: 160


Capa: Bartolomé Esteban Murillo (1618-1682)


Menino Despiolhando-se – 1650.


Óleo sobre tela 137x115 cm


Musee du Louvre, Paris


Ilustração: Fabrício Alencar


Status: Inédito.


Público-Alvo: Infanto-juvenil-adulto




Release



Um povo sem nome. Uma terra desconhecida.


E um homem extraordinário em busca de respostas


numa fantástica aventura do Conhecimento entre as


luzes e as trevas medievais.



Sinopse



Numa terra desconhecida e fora dos mapas, entre a Espanha e a região de Portugal, vive um povo sem nome num belo vale. Ninguém nunca saiu de lá para conquistar um nome e conhecer o mundo.Um jovem criador de patos, de mente reflexiva e acurada, se encanta com a natureza ao redor e começa a questionar sua existência. Corajoso, aceita a proposta dos moradores do vale para partir pelo mundo em busca de um nome para eles. No caminho, conhece diversos personagens, alguns históricos, e ao encontrar um rabino, sabe que há um Nome que deu origem a todos os nomes. A partir daí, sua busca pela Pessoa do Nome se intensifica. Conhece um guerreiro muçulmano, Ibn Nasair, companheiro de El Cid, e, juntos, vivem muitas aventuras na Espanha da Inquisição, ao encontrarem num castelo abandonado um monge. Gênio da ciência, o monge Laz abre as janelas do Universo para eles através de uma invenção espetacular: o binóculo. Maravilhados com as descobertas do monge e suas explicações sobre a natureza das coisas, o criador de patos e seu companheiro concluem que estão diante de um homem de grande valor. Contudo, a Inquisição não pensava assim. Prendem Laz e o condenam à fogueira.Os dois amigos lutam para libertá-lo, mas não saem ilesos da ferocidade humana. Decepcionado com os homens, o criador de patos empreende uma viagem solitária, deixando Ibn Nasair para trás, partindo para Jerusalém numa caravana de cruzados em busca de respostas. Em busca do Nome.







Escrito por Germano Silveira às 18h50
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Há momentos na vida que temos que deixar as lágrimas

secarem, renovar o ânimo, deixar tudo para trás e seguir

em frente. Nu. Despido de toda dor.



Escrito por Germano Silveira às 21h03
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Muito Além da Neblina

Ed. Scortecci, R$ 20,00 402 p.

 

Romance premiado pela 

Academia Cearense de Letras

Prêmio Osmundo Pontes de Literatura

Melhor Romance 2002

 

Muito Além da Neblina está à venda em Fortaleza:

Livrarias AOLIVRO TÉCNICO, Livraria Oboé CASA DO AUTOR CEARENSE, Center Um.

E nos sites: www.asabeca.com.br, www.livrariadalua.com.br, www.scortecci.com.br

Teresina: Livrarias CORISCO E LEONEL FRANCO

Em São Paulo: Livraria Asabeça, rua Deputado Lacerda Franco.

Sinopse

 

Após se formar em Cuba e quase perder a vida por causa de um amor não correspondido, o ex-seminarista e escritor Marcelo Coqueiro retorna ao Brasil em 1990. Encontra a produção cinematográfica falida e se refugia na publicidade para ganhar a vida, enquanto dá início à sua própria carreira literária. Com um livro de contos e poemas publicados, é contratado por uma editora para escrever um romance. Nesse meio tempo, seu melhor amigo assume uma homossexualidade escondida, desafiando-o a enfrentar seus preconceitos e a provar sua amizade, indo até à Guiana Francesa para vê-lo. Às voltas com o drama de não achar um tema para o romance, encontra numa sala de aula o retrato de uma bela mulher e fica impressionado com sua beleza. Impulsivo, empreende uma viagem em busca de conhecê-la. Uma viagem de resultados imprevisíveis. “Não se esqueça disto: a vida é surpreendente, sempre”, disse-lhe um desconhecido. “Sabemos que um dia encontraremos a morte, mas não sabemos nunca o que encontraremos na vida! Ela está sempre a um passo de nós”.

Marcelo Coqueiro não demoraria a provar isso.

 

 

 



Escrito por Germano Silveira às 21h43
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O Suicídio de Hemingway e London

Sempre me perguntei por que pessoas fascinantes, cheias de vida, aventureiras,românticas e sonhadoras se matam. É extremamente desconcertante. Dois escritores importantes, Ernest Hemingway e Jack London puseram fim à própria vida após uma existência repleta de aventuras. Decidi abordar também o tema suicídio no meu romance Muito Além da Neblina, porque perdi um primo muito querido nessas condições. Algo que me abalou profundamente. Enquanto escrevia o livro, fui tirando algumas conclusões sobre o assunto. Quando terminei de ler Caninos Brancos, de London, fiquei revoltado ao ver na última página que ele se matara. Através de Marcelo Coqueiro, protagonista do meu romance, pude expor algumas idéias sobre o assunto e concluir que o suicídio é uma fuga. Pela manhã ele se recorda de um sonho que tivera. Sonhou que estava nas estepes geladas do Canadá, conversando à beira da fogueira com um homem, que lhe pareceu London. Marcelo perguntou-lhe por que se matara, mas ele não respondeu, apenas olhava para Marcelo com olhos atentos e expressão atoleimada. Não tinha resposta, talvez nem soubesse por que fizera aquilo. Parecia até que Marcelo lhe dissesse, embora este também não o soubesse. Tristeza, angústia, frustração, um momento de franqueza, quem poderá dizer com exatidão? Alguém que não aparecia no sonho questionou se uma vida inteira poderia ser julgada apenas por um único momento. Marcelo disse: “Talvez sim.” London respondeu: “Talvez não.” Algo, porém, estava claro para o suicida e o quase-suicida: ninguém procura conscientemente a própria destruição, mas a fuga. Um lobo cinzento que passava por perto disse para eles: “Não se esqueçam que há o demônio, ele tentou convencer Cristo a se suicidar e é homicida desde o princípio.” Capítulo XXXVI, p.271. Após visitar a casa de Hemingway em Havana e em todos os lugares que preservavam sua memória em Cuba, Marcelo refletiu: Uma vida gloriosa, aventureira, boêmia, repleta de viagens e conquistas que Hemingway tivera; laureado com diversos prêmios, distinguindo inclusive com o Nobel de Literatura... Procurou dissipar aqueles pensamentos com uma certeza: Hemingway não era Hemingway no momento do suicídio. Capítulo XIV,p.99.

Quanto a mim, acredito que a única forma de se livrar dessas tragédias é andar com Deus e amar as pessoas que nos amam. Um dos pensamentos frequentes dos parentes de suicida é: "Ele não pensou em mim. Minha amizade não lhe era suficiente." Mas naquele momento fatídico ele não pensava, a angústia o sufocava.



Escrito por Germano Silveira às 20h21
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No "Boeing" de edição do Souhel, Globo.



Escrito por Germano Silveira às 19h26
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320, saudade... Lembranças de dias felizes e de provações...



Escrito por Germano Silveira às 19h25
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Eu, Dinho e Soulhel na frente da Globo São Paulo.



Escrito por Germano Silveira às 19h22
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Entrevista 7 de julho de 2004. A produção do programa se interessou

por uma viagem que fiz à Guiana Francesa, que rendeu cinco capítulos

no meu livro Muito Além da Neblina



Escrito por Germano Silveira às 19h01
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O curioso dessa foto é que a luz do sol

parece de sete da manhã em São Paulo.

Mas era meio dia de inverno.



Escrito por Germano Silveira às 16h15
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Escrito por Germano Silveira às 19h32
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"Ontem vi perto de uma cachoeira um lindo passarinho num galho de árvore. A beleza da paisagem e do pássaro me levaram a pensar que a Natureza não parece ter sido feita para guerras e destruições, pois a harmonia e o esplendor que ela transparece, não combina com a morte, a tristeza e as calamidades, mas com o próprio paraíso. Não tenho dúvida de que há algo errado com o mundo."

Deinyeire Lobão

                                                                 Perplexidade

Oh, meu Deus! Por que tanta desventura?

A vida tombando à solta, a morte com armadura!

Oh, Senhor,

cansativo é viver sem estar contigo:

a morte parece descanso, a vida parece castigo.

                                                                                        



Escrito por Germano Silveira às 18h36
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Germano Silveira é escritor, roteirista e redator publicitário. É autor do romance Muito Além da Neblina, premiado pela Academia Cearense de Letras com o Prêmio Osmundo Pontes de Literatura, Melhor Romance 2002. Trabalhou como ator nas teleaulas da TVC, escreveu, produziu e dirigiu um curta metragem de ficção, Labirinto, participando da Vídeo Mostra Fortaleza, embrião do Cine Ceará. Terminou de escrever seu segundo romance.

Muito Além da Neblina está à venda em Fortaleza:

Livrarias AOLIVRO TÉCNICO, CASA DO AUTOR CEARENSE, Center Um; LIVRARIA DEL PASEO

E nos sites: www.asabeca.com.br, www.livrariadalua.com.br, www.scortecci.com.br

Teresina: Livrarias CORISCO E LEONEL FRANCO

Curitiba: Livraria CURITIBA

 



Escrito por Germano Silveira às 20h13
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